À sadista roda de fiar de Deus, eu dedico meu ódio.
Hoje, nesse momento, eu rompo com minhas vidas passadas e futuras que percorrem um ciclo infinito de sofrimento e angustia. Assumo que me cansei e, portanto, me revolto contra deuses ou quaisqueres potências que se julgam ou são julgadas superiores a mim e meu desejo unânime de não sofrer.
É dada a largada, porém não desejo retornar ao mesmo ponto de partida, que é esse eterno começo e fim que se objetiva numa perfeição abstrata, moral, ultrapassada e acima de tudo HUMANA.
Não há deus que me impedira de negar essa ciclicidade sadista que os mesmos desejaram me envolver, e aes(aos) mi(meus) irmones(irmãos), SEM A MINHA, nem a delus(deles), PERMISSÃO.
Se es(os) deuses se apreciam e extraem seu nectar do sofrimento eu es(os) declaro mi (meus) inimigues(inimigos) e, enquanto criação, me rebelo contra mi(meus) criadores.
Não sofrerei mais! Este é meu ponto final!
Não aceitarei crer que mereço sofrer, muito menos que es(os) mi(meus) irmones(irmãos) de outros reinos também o mereçam, pela satisfação sadistas dessas divindades barrocas e barbaras.
MAS OUSO ESPECULAR E JOGAR A CULPA SOBRE O HUMANO. O HUMANO QUE DESEJA CONTROLAR ATRAVÉS DA CULPA E DO MEDO PARA VENDER CÉUS, IDEIAS E, ACIMA DE TUDO, CONTROLAR.
Talvez es(os) deuses não tenham estruturado essa roca de fiar à fim de nos prender com correntes inquebráveis e, continuamente, retirar nossas peles à sangue frio para construir seu desejado projeto de inovação: O ser humano ascencionado.
Ora, ora, seriamos então meros ratos nas mãos de curiosos cientistas divinos? EU DÚVIDO, mas se assim o for, eu os odeio!
Me convenço a crer que as divindades criaram a perfeição como é, mas essa ideia de perfeição divina não se encaixa em padrões culturais e morais humanos.
A perfeição é algo que o ser humano tenta explicar com base em premissas pessoais que visam-na, únicamente, como algo de extrema pureza, involatibilidade e prazer, mas me nego a crer que a perfeição humana seja A PERFEIÇÃO e, para ser sincere, me nego a crer nA PERFEIÇÃO.
A PERFEIÇÃO é o que é: tudo que foi, é e será. Não botando ou tirando. E já foi, e é, alcançada.
NÃO HÁ MAIS NO QUE SE PRENDER E TORTURAR.
NUNCA HOUVE!
Me nego a crer, para todo o sempre, na minha superioridade em relação à mi(meus) irmones(irmãos).
O Outro não é submisso a mim, muito menos minhas capacidades intelectuais me tornam mais importante que este. O Outro é meu irmão, seja esse Outro animal, vegetal, subterâneo, aquático ou pertencente a Outro Plano de existência (se estes realmente existerem), portanto qualquer tipo de subjugação espiritual ou hierarquização provinda de deuses inflamarão meu ódio e os tornarão meus inimigos.
Ê(O/A) Mãe pare e nutre liberdade, e se há quem tente obstruí-la esse alguém deve ser destruido.
Ê(O/A) Mãe é a criação e o criado, e se há Deus que se contradiz ao subjulgar a si e/ou aes sus(seus) irmones(irmãos), este deve ser derrubado e sacrificado em nome da liberdade.
É dada a largada, porém não desejo retornar ao mesmo ponto de partida, que é esse eterno começo e fim que se objetiva numa perfeição abstrata, moral, ultrapassada e acima de tudo HUMANA.
Não há deus que me impedira de negar essa ciclicidade sadista que os mesmos desejaram me envolver, e aes(aos) mi(meus) irmones(irmãos), SEM A MINHA, nem a delus(deles), PERMISSÃO.
Se es(os) deuses se apreciam e extraem seu nectar do sofrimento eu es(os) declaro mi (meus) inimigues(inimigos) e, enquanto criação, me rebelo contra mi(meus) criadores.
Não sofrerei mais! Este é meu ponto final!
Não aceitarei crer que mereço sofrer, muito menos que es(os) mi(meus) irmones(irmãos) de outros reinos também o mereçam, pela satisfação sadistas dessas divindades barrocas e barbaras.
MAS OUSO ESPECULAR E JOGAR A CULPA SOBRE O HUMANO. O HUMANO QUE DESEJA CONTROLAR ATRAVÉS DA CULPA E DO MEDO PARA VENDER CÉUS, IDEIAS E, ACIMA DE TUDO, CONTROLAR.
Talvez es(os) deuses não tenham estruturado essa roca de fiar à fim de nos prender com correntes inquebráveis e, continuamente, retirar nossas peles à sangue frio para construir seu desejado projeto de inovação: O ser humano ascencionado.
Ora, ora, seriamos então meros ratos nas mãos de curiosos cientistas divinos? EU DÚVIDO, mas se assim o for, eu os odeio!
Me convenço a crer que as divindades criaram a perfeição como é, mas essa ideia de perfeição divina não se encaixa em padrões culturais e morais humanos.
A perfeição é algo que o ser humano tenta explicar com base em premissas pessoais que visam-na, únicamente, como algo de extrema pureza, involatibilidade e prazer, mas me nego a crer que a perfeição humana seja A PERFEIÇÃO e, para ser sincere, me nego a crer nA PERFEIÇÃO.
A PERFEIÇÃO é o que é: tudo que foi, é e será. Não botando ou tirando. E já foi, e é, alcançada.
NÃO HÁ MAIS NO QUE SE PRENDER E TORTURAR.
NUNCA HOUVE!
Me nego a crer, para todo o sempre, na minha superioridade em relação à mi(meus) irmones(irmãos).
O Outro não é submisso a mim, muito menos minhas capacidades intelectuais me tornam mais importante que este. O Outro é meu irmão, seja esse Outro animal, vegetal, subterâneo, aquático ou pertencente a Outro Plano de existência (se estes realmente existerem), portanto qualquer tipo de subjugação espiritual ou hierarquização provinda de deuses inflamarão meu ódio e os tornarão meus inimigos.
Ê(O/A) Mãe pare e nutre liberdade, e se há quem tente obstruí-la esse alguém deve ser destruido.
Ê(O/A) Mãe é a criação e o criado, e se há Deus que se contradiz ao subjulgar a si e/ou aes sus(seus) irmones(irmãos), este deve ser derrubado e sacrificado em nome da liberdade.
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